Seguro para Eventos: o produto do ano

Este seguro cobre acidentes e problemas em evento realizados, como a São Silvestre de 2012, e até a não realização de show, como aconteceu com as cantoras americanas Norah Jones e Fiona Apple, com o compositor e citarista indiano Ravi Shankar e com a banda britânica Coldplay

A tradicional corrida de São Silvestre teve um triste final na edição de 2012. O auxiliar administrativo Israel Cruz Jackson de Barros, de 41 anos, morreu quando participava da competição entre cadeirantes. Ele se chocou contra o muro do estádio do Pacaembu.

Barros saiu às 6h50 com outros sete cadeirantes na largada especial para portadores de deficiência. Às 7h, segundo o boletim de ocorrência da polícia, ele se chocou contra o muro do estádio ao descer a rua Itajobi, continuação da rua Major Natanael. As descidas no novo percurso, implantado em 2011, eram motivo de preocupação dos cadeirantes. Mas a organização não planeja mudanças para a prova deste ano.

Este fatídico acidente é um exemplo real da importância do Seguro de Responsabilidade Civil para eventos. Este produto é ideal para garantir maior tranquilidade e proteção aos promotores e produtores de eventos culturais, esportivos e sociais, de exposições, feiras, shows e congressos.

Quando se trata de eventos a maior preocupação é com o público; mas não somente os eventuais danos corporais. Este tipo de apólice pode cobrir danos materiais, danos morais e mais: Responsabilidade Civil Cruzada (Fornecedores e sub-empreiteiros); Abandono, interrupção, transferência ou adiamento; Coberturas para Condições Climáticas Adversas; Cobertura para Objetos Cenográficos e Decorativos; Cobertura para Bens de Terceiros; Cobertura para Guarda de Veículos de Terceiros; Cobertura de Veículos a serviço da produção.

Outra cobertura do produto que merece destaque é a de não realização de eventos. Com a recente onda de cancelamentos de shows internacionais no Brasil e venda de ingressos abaixo do esperado, uma luz amarela foi acessa nas produtoras de pequeno e médio portes, que ainda não costumam se valer do seguro.

Para se proteger de eventuais prejuízos causados por cancelamentos, as produtoras que trazem as atrações internacionais ao País contratam um pacote que, entre outras modalidades, inclui seguro de responsabilidade civil para eventos e o chamado “no show”, que cobre os investimentos feitos antes do cancelamento, como gastos com marketing e locação do espaço, e receitas não realizadas, como a devolução do ingresso aos clientes.

A cobertura, no entanto, só ocorre quando o cancelamento é causado por questões climáticas, por morte ou doença do artista, de seus parentes ou cônjuge. A venda dos ingressos abaixo do esperado fica de fora do seguro, pois é considerada risco do próprio negócio, mas já há seguradoras estudando novos tipos de cobertura.

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) não tem dados consolidados do setor. Contudo, somente a Allianz, que responde por 90% desse mercado, movimentou R$ 500 milhões em seguros para shows em 2012. A empresa não dá previsões para este ano, mas a concorrente Berkley estima que o segmento seguirá crescendo a taxas de 40%, mesmo ritmo de 2012.

Os empresários dos artistas internacionais mais famosos normalmente exigem a contratação do seguro por parte da produtora para a realização do show no país. Como os grandes shows ficam com as grandes produtoras, são elas os principais clientes dessas apólices.

Alguns cancelamentos de shows frustraram fãs brasileiros recentemente. A cantora americana Norah Jones desistiu da apresentação que faria em dezembro por conta da morte do pai, o compositor e citarista indiano Ravi Shankar também. A banda britânica Coldplay suspendeu sua turnê na América Latina em novembro, três dias depois de anunciá-la. E a cantora americana Fiona Apple abandonou a ideia de vir ao País por conta da doença de seu cachorro.

Paralelamente, os shows dos ícones pop Lady Gaga e Madonna venderam ingressos abaixo do esperado. Todos os shows cancelados recentemente contavam com seguro, com exceção da apresentação de Norah Jones, cuja produtora, a XYZ Live, teve de arcar com os prejuízos.

Pacotes costumam cobrir custos de apresentações não realizadas por questões climáticas ou morte de parentes. Já o show da Fiona Apple tinha seguro, mas a apólice não cobria uma eventual doença de seu animal de estimação. Por isso, o seguro não pôde ser acionado e o prejuízo ficou com a produtora Time For Fun.

Marco Bergamini
Rodrigo Zevzikovas

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